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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Eles ouviram ruídos na sepultura de uma jovem... e tiveram uma surpresa chocante!

A catalepsia é uma doença súbita no sistema nervoso caracterizada pela perda momentânea da mobilidade voluntária e involuntária e da sensibilidade do corpo. (VEJA O CASO, FOTOS, VÍDEO E +)

Durante este estado o corpo permanece paralisado, o que se põe em evidência com a mobilização passiva dos segmentos dos membros. A catalepsia é observada em pacientes com quadros graves e agudos de histeria, esquizofrenia e diversas psicoses.

Também se percebe a catalepsia como um estado biológico no qual a pessoa fica imóvel, aparentemente morta e sem sinais vitais, quando na verdade se encontra viva e em um estado que poderia ser considerado como inconsciência, o que por sua vez pode ter sua intensidade variada. Em certos casos o indivíduo se encontra em um vago estado de consciência, enquanto em outros o paciente pode ver e ouvir absolutamente tudo que acontece ao seu redor.
 

Alternativamente, o indivíduo poderia apresentar sinais vitais, mas ser incapaz de controlar suas extremidades. Os sintomas podem incluir: rigidez corporal, o paciente não responder a estímulos, respiração e pulso muito lentos e pele pálida. Em muitos casos não documentados este fenômeno resultou que enterrassem a vítima que ainda estava com vida, mas não demonstrava sinais vitais. 
Atualmente, a catalepsia é utilizada como um dos padrões de comportamento predominante nos diagnósticos de esquizofrenia catatônica, segundo a OMS.
Não se constitui de uma doença em si, mas sim o resultado de transtornos, síndromes ou formas de psicoses. A catalepsia é um sintoma de alguns transtornos nervosos ou condições tais como a doença de Parkinson e a epilepsia. Na continuação lhe contaremos a história de uma jovem de Honduras que foi enterrada… A gravidade é que a pessoa pode ser enterrada com vida e despertar a qualquer momento. Normalmente este estado pode chegar a durar três dias, nos quais a pessoa aparentemente morta poderia ser enterrada e posteriormente acordar dentro do caixão. Em casos raros, podem ocorrer até anos de catalepsia. Entre 1870 e 1910 houve um amplo temor de ser enterrado vivo, fazendo assim com que fossem criados os chamados “caixões de segurança com bandeiras e sinos”.
Embora existam casos documentados de catalepsia, com os avanços tecnológicos se tornou algo quase impossível o fato de alguém ser enterrado com vida. Um eletroencefalograma ou um eletrocardiograma podem confirmar a morte de alguém facilmente.
Hoje lhe contaremos uma história terrível de uma menina de Honduras, chamada Nelsy Perez, grávida de sete meses. Nelsy teve complicações durante sua gravidez como grandes dores na barriga o que fez ela e sua família decidir que deveriam recorrer ao hospital mais próximo. Após uma hora de muita tensão onde os médicos diziam que Nelsy não parecia apresentar sinais vitais de melhoria, finalmente a jovem foi declarada como morta.
Seu familiares muito abalados decidiram proporcionar um enterro cristão no cemitério de sua cidade natal. Seu marido estava completamente desolado já que em um curto período de tempo ele teria perdido sua amada esposa e sua futura filha. Era muita dor!
Na manhã seguinte, depois do enterro de Nelsy, seu marido foi visitar seu caixão quando teve uma grande surpresa… Ele ouviu gritos vindos do túmulo de sua esposa. Rapidamente pediu ajuda aos vizinhos para exumar o corpo. Depois de abrir o caixão, eles perceberam que o vidro havia sido quebrado, então todos pensaram que Nelsy estava viva. Por isto decidiram levá-la de volta ao hospital.
Levaram o corpo de Nelsy ao hospital … Mas os médicos asseguraram que a jovem estava completamente morta e, sendo assim, Nelsy teve que ser enterrada pela segunda vez. Com razão, as pessoas desta pequena cidade hondurenha ficaram completamente perturbadas com esta história.
 
Fonte: Starstock/ Imgur/ Youtube-Primer Impacto - matacuriosidade.com.br
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