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terça-feira, 31 de maio de 2016

Jovem morre durante operação de mutilação genital no Egito.

Prática afeta 200 milhões de mulheres no mundo, segundo Unicef. Cirurgias de mutilação genital são proibidas no Egito, mas, aparentemente, Mayar Mohamed Mousa, de 17 anos, é a mais recente vítima dessa prática que ainda afeta milhões de mulheres ao redor do mundo. (VEJA FOTOS E +)

Resultado de imagem para mutilação genitalEssa é a principal linha de investigação das autoridades locais.

Isso é algo que a lei proibiu — disse Lotfi Abdel-Samee, representante do Ministério da Saúde na província de Suez, onde o caso aconteceu.
Resultado de imagem para mutilação genitalFilha de enfermeira com pai cirurgião, Mayar morreu no domingo, por complicações enquanto estava sob anestesia geral em um hospital privado. De acordo com as autoridades, a irmã de Mayar havia passado pela mesma cirurgia no mesmo dia. A operação estava sendo realizada por uma médica registrada.
O hospital foi fechado na segunda-feira, após a transferência de todos os pacientes. O gerente da instituição e a equipe médica envolvida no procedimento foram interrogados, assim como os pais da vítima.
Resultado de imagem para mutilação genitalA mutilação genital feminina é proibida no Egito desde 2008, mas a prática ainda é bastante difundida no país, sobretudo nas áreas rurais, como uma prática religiosa para muçulmanos e cristãos. Mas a pena é baixa. Em janeiro do ano passado aconteceu a primeira condenação, com o médico Raslan Fadl recebendo sentença de dois anos de prisão por homicídio e mais três meses pela mutilação de uma jovem de 13 anos que morreu durante a cirurgia.
De acordo com a Unicef, existem no mundo cerca de 200 milhões de mulheres que sofreram mutilação genital em 30 países, sendo que a metade dos casos se concentra em três nações: Etiópia, Indonésia e Egito.
FONTE: OGLOBO
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