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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Relembre fatos marcantes para o empoderamento feminino em 2015.

O ano vai chegando ao fim e, na mente de todos nós, ecoa uma voz forte que se fez ouvir mais do que nunca: a das mulheres. Definitivamente, 2015 foi marcante para o empoderamento feminino, seja através de hashtags, declarações de celebridades ou protestos em praça pública. Vamos relembrar alguns destes fatos?(VEJA FOTOS E +)

As hashtags do poder
Comentários criminosos de internautas sobre Valentina, participante do reality show ‘MasterChef Júnior’, geraram o movimento #MeuPrimeiroAssédio.O terreno virtual virou uma trincheira poderosa para elas expressarem sua insatisfação diante do machismo diário que é encarado com “normalidade”, com a hashtag #MeuAmigoOculto. Também foi a internet que propiciou uma campanha contra o abuso infantil, após comentários criminosos feitos por internautas em relação à participante Valentina, do reality “MasterChef Júnior”. Em solidariedade à menina de 12 anos, várias mulheres passaram a relatar primórdios abusivos em suas trajetórias com a hashtag #MeuPrimeiroAssédio. Já o movimento #AgoraÉQueSãoElas representou a ocupação feminina em locais de discurso masculino em veículos midiáticos.
Comentários criminosos de internautas sobre Valentina, participante do reality show ‘MasterChef Júnior’, geraram o movimento #MeuPrimeiroAssédio. Foto: Reprodução
— Feminismo no Enem
Uma questão na prova de Ciências Humanas no Enem deste ano gerou polêmica ao abordar as lutas feministas da metade do século 20 e utilizar uma célebre frase da escritora francesa Simone de Beauvoir como base (“Não se nasce mulher, torna-se mulher”). Elas também foram destaque no tema da redação do mesmo Enem: “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”.
Foto: Reprodução
— Prazer, Julia
Já são quase 1,7 milhão de visualizações. Publicado em fevereiro, o vídeo “Não tira o batom vermelho” alçou Julia Tolezano, de 23 anos, ao posto de celebridade do YouTube, dando voz também à conscientização sobre relacionamentos abusivos. E assim Jout Jout se tornou a face jovem, moderna e divertida do discurso feminista em 2015.
— Mulheres contra a PL5069/13
O Centro do Rio foi palco para manifestações contra o projeto de lei 5069, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB).No fim de outubro e em novembro, o Centro do Rio foi palco para manifestações de centenas de mulheres contra o projeto de lei 5069/13, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados. O PL, em resumo, criminaliza a propaganda, o fornecimento e a indução ao aborto e a métodos abortivos.
O Centro do Rio foi palco para manifestações contra o projeto de lei 5069, de autoria do deputado Eduardo Cunha (PMDB). Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo
— Elas “saíram do armário”
Celebridades cujo discurso de empoderamento já é conhecido, como Beyoncé, Emma Watson e Valesca Popozuda, ganharam reforço no time feminista em 2015. Durante seu discurso no Oscar, após levar a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante, Patricia Arquette alertou para a necessidade de equidade salarial entre homens e mulheres em Hollywood, para delírio de Meryl Streep na plateia.
Durante entrevista a um programa de rádio, Ariana Grande se incomodou com a postura machista de um dos locutores.Já a cantora Ariana Grande, durante uma entrevista a uma emissora de rádio, ficou incomodada com a postura machista de um dos locutores. Mas não se fez de rogada: “Eu tenho uma lista muito longa de coisas que eu gostaria de mudar. Acho que um pouco do julgamento, em geral, como intolerância, maldade, padrões sociais, misoginia, racismo, sexismo... Essas coisas. Temos muito ainda a aprender sobre tudo isso. É nisso que precisamos focar! Temos muito trabalho a fazer e vamos começar com você”, disparou Ariana.
E Miley Cyrus? Em entrevista à revista “Kit”, a polêmica cantora foi objetiva: “Eu sou feminista pois sou uma mulher empoderada e eu quero dar empregos às mulheres e quero que elas sejam líderes e poderosas”.
Durante entrevista a um programa de rádio, Ariana Grande se incomodou com a postura machista de um dos locutores. Foto: Reprodução
Em julho, Malala inaugurou uma escola para refugiadas sírias no Paquistão.— A luta de Malala
Prêmio Nobel da Paz em 2014, a jovem paquistanesa Malala Yousafzai realizou um sonho ao completar 18 anos, em julho: inaugurou uma escola destinada a meninas sírias refugiadas. Em agosto, concluiu o ensino médio com notas máximas. Malala se tornou um ícone ao ser baleada pelo regime talibã, em 2012, num ônibus escolar, por lutar pelo direito de mulheres à educação no Paquistão. Em novembro foi lançada a cinebiografia “Malala”, contando a trajetória desta pequena grande mulher.
Em julho, Malala inaugurou uma escola para refugiadas sírias no Paquistão. Foto: Reuters
A maior goleadora da história da seleção brasileira de futebol: Marta tem 98 gols assinados utilizando o manto nacional.— “Jogue como uma garota”
Ao balançar a rede cinco vezes durante os 10 a 1 aplicados Brasil em cima de Trinidad e Tobago, durante um torneio internacional, Marta se tornou a maior goleadora da História da nossa seleção. A artilheira acumula 98 gols, superando o rei Pelé, com 95.
FONTE: EXTRA
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